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sábado, 8 de junho de 2013

Estrutura do texto dissertativo

Estrutura do texto dissertativo

O texto dissertativo é composto por três partes essenciais:

- Introdução:
É um bom início de texto que desperta no leitor vontade de continuar a lê-lo. Na introdução é que se define o que será dito, e é nessa parte que o escritor deve mostrar para o leitor que seu texto merece atenção.
O assunto a ser tratado deve ser apresentado de maneira clara, existem assuntos que abrem espaço para definições, citações, perguntas, exposição de ponto de vista oposto, comparações, descrição.

A introdução pode apresentar uma
:

- Afirmação geral sobre o assunto
- Consideração do tipo histórico-filosófico
- Citação
- Comparação
- Uma ou mais perguntas
- Narração
Além destes, outras introduções podem ser
empregados de acordo com quem escreve.

- Desenvolvimento:
Na dissertação a persuasão aparece de forma explícita, essa se faz presente no desenvolvimento do texto. É nesse momento que o escritor desenvolve raciocínio lógico, tomando sua posição a respeito do que está sendo discutido.
O
conteúdo do desenvolvimento pode ser organizado de diversas maneiras, dependerá das propostas do texto e das informações disponíveis.

- Conclusão:
A conclusão é a parte final do texto, um resumo forte e breve de tudo o que já foi dito, cabe também a essa parte
responder à questão proposta inicialmente, expondo uma avaliação final do assunto.

 


 

Exercício de Frase, período, oração / Sujeito e Predicado

Exercício de Frase, período, oração / Sujeito e Predicado
1. Sublinhe os verbos, quando houver, e indique quantas frases, orações e períodos há nos enunciados abaixo.
a) Aquele pedreiro era muito irresponsável e não fazia seu serviços corretamente.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b) O cachorro correu e lambeu seu dono.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
c) "Vim, vi e venci!"
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d) Cheguei em casa. Tomei banho. Jantei. Depois, dormi.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
e) Cheguei em casa, tomei banho, jantei, depois dormi.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2. Identifique o sujeito e o predicado das frases abaixo, mudando a posição do sujeito.
a) Os meninos estão lanchando na escada.
_________________________________________________________________________________
b) É muito caro aquele carro.
_________________________________________________________________________________
c) O livro de matemática daqueles autores são repletos de exercícios difíceis.
_______________________________________________________________________________
d) Era ultrafino aquele computador.
_________________________________________________________________________________
e) Os dinossauros já foram todos extintos.
_________________________________________________________________________________

3. Sublinhe o núcleo do sujeito das frases abaixo.
a) Aquela impressora fazia várias funções ao mesmo tempo.
b) Maria e José são namorados de infância.
c) Thomas trabalhava muito e acabou se demitindo.
d) Rita era uma das mais belas professoras daquele colégio vicentino.

4. Escreva os números de orações existentes nas frases abaixo.
a) A vaca e o boi comem muito nos pastos daquela mulher.
_________________________________________________________________________________
b) Para aqueles micro-empresários essa época é a pior do ano, pois eles custam muito para vender uma peça.
_________________________________________________________________________________
c) Helena e Antônio foram uns dos professores que mais trabalhavam naquele colégio.
_________________________________________________________________________________
d) O programa daquela emissora de televisão apresentou muitos objetos tecnológicos.
_________________________________________________________________________________

5. Marque:
(1) Período simples.
(2) Período composto.
(3) Frase nominal.
(     ) A caneta estourou dentro do bolso da menina e ela não percebeu.
(     ) Ela dormia calmamente.
(     ) A mãe dormia satisfeita com a alegria dos filhos.
(     ) Que prova difícil!

6. Leia: "Em 1991, Ayrton Senna foi campeão de Fórmula 1."
a) Qual o verbo desse enunciado?
_________________________________________________________________________________
b) Quem é que foi campeão?
_________________________________________________________________________________
c) Qual é o sujeito?
_________________________________________________________________________________
d) Retirando as palavras que pertencem ao sujeito, escreva o que sobra na oração:
_________________________________________________________________________________
e) Portanto, "foi campeão de Fórmula 1" é o:
_________________________________________________________________________________


Ética/Moral - A Questão da LIBERDADE.

Ética/Moral - A Questão da LIBERDADE.
ÉTICA

O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social.
A ética é construída por uma sociedade com base nos valores históricos e culturais. Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos.
Cada sociedade e cada grupo possuem seus próprios códigos de ética. Num país, por exemplo, sacrificar animais para pesquisa científica pode ser ético. Em outro país, esta atitude pode desrespeitar os princípios éticos estabelecidos. Aproveitando o exemplo, a ética na área de pesquisas biológicas é denominada bioética.
Além dos princípios gerais que norteiam o bom funcionamento social, existe também a ética de determinados grupos ou locais específicos. Neste sentido, podemos citar: ética médica, ética de trabalho, ética empresarial, ética educacional, ética nos esportes, ética jornalística, ética na política, etc.
Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O QUE É SER ÉTICO?

Ser Ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. "É cumprir com os valores da sociedade em que vive, ou seja, onde mora, trabalha, estuda, etc."
Ética é tudo que envolve integridade, é ser honesto em qualquer situação, é ter coragem para assumir seus erros e decisões, ser tolerante e flexível, é ser humilde.
Todo ser ético reflete sobre suas ações, pensa se fez o bem ou o mal para o seu próximo.
Ser ético é ter a consciência "limpa".

VALORES MORAIS

Os valores morais são juízos sobre as ações humanas que se baseiam em definições do que é bom/mau ou do que é o bem/o mal. Eles são imprescindíveis para que possamos guiar nossa compreensão do mundo e de nós mesmos e servem de parâmetros pelos quais fazemos escolhas e orientamos nossas ações.
Eles estão presentes nos nossos pensamentos, nas coisas que dizemos e escrevemos e, claro, nas nossas ações. Apesar dessa presença em toda a nossa vida, as ocasiões mais propícias para investigarmos sua importância para a compreensão e direcionamento das ações são aquelas em que somos chamados a fazer escolhas importantes. Nesses momentos, sabemos que não podemos agir em função da primeira coisa que passar pela cabeça; precisamos pensar bem, avaliar o que realmente queremos, quais as conseqüências se fizermos isso ou aquilo, o que perdemos e o que ganhamos.
Assim, a reflexão sobre os valores morais serve para aprendermos a lidar melhor com a nossa capacidade de escolher e com o uso dessa particularidade humana, que é a liberdade. Ao definirmos o que é bom ou mau, estamos projetando um modo de viver humanamente, em sociedade. Por essa razão, a reflexão sobre liberdade e responsabilidade não pode deixar de ser feita tendo em vista as relações humanas.
A moral está baseada num valor ético chamado JUSTIÇA. Quando a ética falha, a moral em ação, e ela é punitiva!


EXERCÍCIOS

1 – Defina o que é ética?
2 - O que é ser ético?
3 - Por que é tão difícil ser ético?
4 – O que são valores morais?
5 – Quais os valores cultivados em nossa sociedade?
6 – Quais são os seus valores morais?
7 – Por que a ética é essencial para que haja equilíbrio em uma sociedade?
8 – Qual a diferença entre ética e moral?

SOMOS LIVRES?

A liberdade não é somente fazer o que a gente quer

Ontem e hoje
Antigamente as pessoas viajavam pouco. Quase ninguém saía de férias. Ser livre significava não estar numa prisão e levar a vida de todo dia. Pensava-se igual a todo mundo procurando ao máximo não chamar a atenção sobre si: o conformismo imperava. Nossa situação é diferente hoje em dia: podemos sair de férias, viajar, ir e vir. As pesquisas solicitam nossa opinião sobre um monte de assuntos. Ser livre é ir onde se quer pensar e dizer o que se quer. E com todos os meios de que dispomos somos ainda mais sensíveis àquilo que nos limita.


Uma liberdade com condições...
Se não tenho férias, se não tenho carro, se não tenho dinheiro, não posso viajar. Se estou doente ou se sou deficiente, também não. Sem falar das condições políticas da liberdade: se há policiais que me impedem de sair de casa.
Portanto, a liberdade não consiste simplesmente em “fazer o que se quer”. Entre a vontade e a ação, há os meios necessários para realizar essa vontade. A liberdade sempre pressupõe condições físicas e sociais que tornam possível a ação livre. Outro exemplo: sou livre para ir passear no parque. Mas dentro de certas condições: se há um parque por perto, se minhas pernas me sustentam, se não preciso ir ao colégio, se tenho vontade. Em compensação, não sou livre de fazê-lo se estou na prisão, se o parque está fechado ou se detesto passeios.

... e submetida aos desejos
Vamos imaginar uma situação. O fim de semana está chegando e não tenho de trabalhar. Tenho escolha entre ficar tranqüilamente em casa ou visitar meus avós que ficam meio sozinhos. A primeira condição de minha liberdade é que não preciso ir trabalhar. Estou livre para ficar em casa ou visitar meus avós. Caso decida ficar em casa, minha ação “livre” será causada pelo meu desejo de agradá-los e de ficar em paz com minha consciência. Nos dois casos, minha ação livre é na realidade determinada, não mais pelo fato de existir um metrô que me permita visitá-los, mas por eu ter tal ou tal desejo. E pelo fato de um desejo impor-se em relação ao outro. Portanto, a liberdade é possível sob certas condições, mas ela consiste em obedecer a outras determinações como os desejos, as crenças, os temores, os cálculos.

“A liberdade é a independência do pensamento” (Epíteto)

Mas então, será que somos realmente livres?

É tudo uma questão de ponto de vista

Certas pessoas traduzem essa visão da liberdade dizendo que não existe liberdade verdadeiramente, mas unicamente causas de comportamento, que são físicas, morais ou mentais. Outras falam de uma liberdade relativa, que depende das vontades, dos desejos, das inclinações. Uma terceira categoria de filósofos querem a todo custo que a liberdade consista numa capacidade gratuita, “sem razão”, de fazer ou não fazer. Chamam a isso de “livre arbítrio”. Às vezes, de fato, temos a sensação de poder totalmente fazer ou não fazer uma coisa. Ou que poderíamos não ter feito o que fizemos. Eu poderia não ter comprado esse acessório idiota. Poderia ter vindo de bicicleta e não de skate. Também experimentamos, ainda bem que raramente, ações absurdas ou gratuitas. Corri feito um louco na plataforma atrás do meu trem que estava partindo; quebrei aquele vaso, assim, gratuitamente.

Inconsciente, porém determinado

Só que é depois da minha ação que penso que poderia ter feito diferente. Na hora, houve uma determinação, uma razão, um desejo que se impôs em detrimento dos outros e que provocou aquela ação. Se quebrei o vaso, era para descarregar a raiva ou por provocação - obviamente tinha uma razão, ainda que estúpida. Além do mais, os atos aparentemente sem razão de ser podem ter causas escondidas ou inconscientes, que não queremos conhecer. Não sei o que me levou a quebrar o vaso, mas de fato estava com pulsões agressivas, quem sabe contra mim mesmo, ou estava chateado com os meus pais.

A liberdade é saber escolher suas determinações

Um pouco de ordem
Podemos então atribuir um sentido mais modesto, porém moralmente muito importante, à idéia de liberdade. É verdade que somos determinados pelas condições exteriores, pelas nossas crenças e vontades. Mas temos muitos desejos, alguns imediatos, outros mais refletidos. Podemos nos deixar levar por todas as solicitações que se apresentam ou querer (a palavra é importante) pôr um pouco de ordem nessas solicitações. Por razões muito diferentes: porque nos ensinaram a amar a ordem (a moral), porque tememos as autoridades (o temor de Deus, dos pais, dos juízes, etc.), porque queremos ter uma vida que, no fim das contas, seja coerente. A liberdade consiste então precisamente neste esforço para organizar as determinações.

Acertar a mão
Seguir suas determinações é legal, mas é preciso ainda saber quais delas. Um exemplo: muitos drogados, que são totalmente dependentes de sua droga, dizem que antes da droga não tinham determinação para nada, só se deixavam levar pelos acontecimentos. Pelo contrário, ser livre consiste em escolher suas determinações, não ao acaso, mas em função daquilo que já sabemos sobre elas e da idéia que temos sobre nós. Determinações pensadas e aceitas, compatíveis com a existência que queremos ter. O homem seria então um ser não totalmente livre, mas que tem um poder sobre alguns dos seus desejos e principalmente sobre sua maneira de desejar.

“A verdadeira liberdade é ser senhor de si” (Michel de Montaigne, Ensaios III)

Michaud, Yves. Filosofia para adolescentes. São Paulo: Escala Educacional. 2007.


REFLEXÃO

1 – O que é ser livre?
2 – Por que a liberdade pressupõe condições físicas e sociais para tornar a ação livre?
3 – Ser livre implica em ser responsável pelos seus atos. Por quê?
4 – Faça uma análise da frase de Cecília Meireles: “... Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda...”
5 – Explique porque ser livre consiste em escolher suas próprias determinações.


EXERCÍCIOS DE FONÉTICA

EXERCÍCIOS DE FONÉTICA
1. Assinale a alternativa errada a respeito da palavra “churrasqueira”.
a) apresenta 13 letras e 10 fonemas
b) apresenta 3 dígrafos: ch, rr, qu
c) divisão silábica: chur-ras-quei-ra
d) é paroxítona e polissílaba
e) apresenta o tritongo: uei
2. Qual das alternativas abaixo possui palavras com mais letras do que fonemas?
a) Caderno
b) Chapéu
c) Flores
d) Livro
e) Disco
3. Assinale a melhor resposta. Em papagaio, temos:
a) um ditongo
b) um tritongo
c) um trissílabo
d) um oxítono
e) um proparoxítono
4. Assinale a série em que apenas um dos vocábulos não possui dígrafo:
a) folha - ficha - lenha - fecho
b) lento - bomba - trinco - algum
c) águia - queijo - quatro - quero
d) descer - cresço - exceto - exsudar
e) serra - vosso - arrepio - assinar
5. Assinale a alternativa que inclui palavras da frase abaixo que contêm, respectivamente, um ditongo oral crescente e um hiato. As mágoas de minha mãe, que sofria em silêncio, jamais foram compreendidas por mim e meus irmãos.
a) foram - minha
b) sofria - jamais
c) meus - irmãos
d) mãe - silêncio
e) mágoas - compreendidas
6. Assinale a seqüência em que todas as palavras estão partidas corretamente.
a) trans-a-tlân-ti-co / fi-el / sub-ro-gar
b) bis-a-vô / du-e-lo / fo-ga-réu
c) sub-lin-gual / bis-ne-to / de-ses-pe-rar
d) des-li-gar / sub-ju-gar / sub-scre-ver
e) cis-an-di-no / es-pé-cie / a-teu
7. Segundo as normas do vocabulário oficial, a separação silábica está corretamente efetuada em ambos os vocábulos das opções:
a) to-cas-sem, res-pon-dia
b) mer-ce-ná-ri-o, co-in-ci-di-am
c) po-e-me-to, pré-dio
d) ru-i-vo, pe-rí-o-do
e) do-is, pau-sas
8. Assinale a alternativa que não apresenta todas as palavras separadas corretamente.
a) de-se-nho, po-vo-ou, fan-ta-si-a, mi-lhões
b) di-á-rio, a-dul-tos, can-tos, pla-ne-ta
c) per-so-na-gens, po-lí-cia, ma-gia, i-ni-ci-ou
d) con-se-guir, di-nhei-ro, en-con-trei, ar-gu-men-tou
e) pais, li-ga-ção, a-pre-sen-ta-do, au-tên-ti-co
9. Dadas as palavras: Sub-ter-râ-neo / su-bes-ti-mar / trans-tor-no, constatamos que a separação silábica está correta:
a) apenas nº 1;
b) apenas nº 2;
c) apenas nº 1 e 2;
d) em todas as palavras
e) n. d. a.
10. Dadas as palavras: tung-stê-nio / bis-a-vô / du-e-lo, constatamos que a separação silábica está correta:
a) apenas nº 1
b) apenas nº 2
c) apenas nº 3
d) em todas as palavras
e) n. d. a.
11. Nas palavras alma, pinto e porque, temos, respectivamente:
a) 4 fonemas - 5 fonemas - 6 fonemas.
b) 5 fonemas - 5 fonemas - 5 fonemas.
c) 4 fonemas - 4 fonemas - 5 fonemas.
d) 5 fonemas - 4 fonemas - 6 fonemas.
e) 4 fonemas - 5 fonemas - 5 fonemas.
12. A alternativa que apresenta uma incorreção é:
a) o fonema está diretamente ligado ao som da fala.
b) as letras são representações gráficas dos fonemas.
c) a palavra “tosse” possui quatro fonemas.
d) uma única letra pode representar fonemas diferentes.
e) a letra “h” sempre representa um fonema.
13. Todas as palavras abaixo possuem um encontro vocálico e um encontro consonantal, exceto:
a) destruir.
b) magnésio.
c) adstringente.
d) pneu.
e) autóctone.
14. A série em que todas as palavras apresentam dígrafo é:
a) assinar / bocadinho / arredores.
b) residência / pingue-pongue / dicionário.
c) digno / decifrar / dissesse.
d) dizer / holandês / groenlandeses.
e) futebolísticos / diligentes / comparecimento.
15. Verificamos a presença de um hiato em:
a) entendia.
b) trabalho.
c) conjeturou.
d) mais.
e) saguão.
16. A alternativa que apresenta certa dificuldade de distinção entre ditongo crescente e hiato é:
a) pai-saúde-mau-juízo.
b) Saara-preencher-cruel-doer.
c) faísca-degrau-chapéu-vôo.
d) piada-miolo-poente-miudeza.
e) frear-foi-saída-rei.
17. A alternativa que apresenta uma incorreção é:
a) “chapéu” possui um dígrafo e um ditongo decrescente.
b) “guerreiro” possui dois dígrafos e um ditongo decrescente.
c) “mangueira” possui dois dígrafos e um ditongo decrescente.
d) “enxagüei” possui dois dígrafos e um tritongo.
e) “exato” não possui dígrafos e nem encontro vocálico.
18. A alternativa em que as letras sublinhadas nas palavras constituem, respectivamente, dígrafo e encontro consonantal é:
a) exceção / étnico
b) banho / desça
c) seguir / nascimento
d) aquático / psicologia
e) occipital / represa
19. Observe os encontros vocálicos e os dígrafos e assinale a única afirmativa incorreta:
a) na palavra cãibra ocorre um ditongo nasal decrescente.
b) na palavra freqüente ocorre um ditongo oral crescente.
c) na palavra radiouvinte ocorre um tritongo oral.
d) na palavra pneumonia ocorrem um ditongo decrescente e um hiato.
e) na palavra zoologia ocorrem dois hiatos.
20. Observe os encontros vocálicos e os dígrafos e assinale a única afirmativa incorreta:
a) a palavra discente tem dígrafo consonantal e um dígrafo vocálico.
b) a palavra entranhas tem um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal.
c) a palavra também tem dois dígrafos vocálicos.
d) a palavra tranqüilo tem um dígrafo vocálico e não apresenta dígrafo consonantal.
e) a palavra borracha tem dois dígrafos consonantais.
21. O vocábulo cujo número de letras é igual ao número de fonemas está em:
a) sucedida.
b) habitando.
c) grandes.
d) espinhos.
e) ressoou.
22. A palavra que apresenta ditongo crescente é:
a) acordou.
b) teriam.
c) noites.
d) jamais.
e) quando.
23. Só não existe hiato em:
a) atoleiros.
b) miaram.
c) ruído.
d) defendiam.
e) haviam.
24. Indique a palavra que tem 5 fonemas:
a) ficha.
b) molhado.
c) guerra.
d) fixo.
e) hulha.
25. Assinale o vocábulo com ditongo nasal decrescente:
a) quando.
b) zangou.
c) misteriosos.
d) vitória.
e) moravam.
26. A palavra “charuto” apresenta:
a) um dígrafo e seis fonemas.
b) um dígrafo e sete fonemas.
c) sete letras e sete fonemas.
d) sete letras e dois dígrafos.
e) sete letras e cinco fonemas.
27. Marque o item que apresenta erro na divisão silábica:
a) téc-ni-co
b) de-ce-pção
c) ad-jun-to
d) con-fec-ção
e) obs-tá-cu-lo

GABARITO
1 E / 2 B / 3 A / 4 C / 5 E / 6 C / 7 C / 8 C / 9 d / 10 C / 11 C / 12 E / 13 C / 14 A / 15 A / 16 D / 17 D / 18 A / 19 B / 20 C / 21 A / 22 E / 23 A / 24 D / 25 E / 26 A / 27 B



Língua Portuguesa Classificação das palavras ( pronomes)

Língua Portuguesa
Classificação das palavras ( pronomes)

Prof ª. Esp. Jussilene de J.S.de souza
2º ano do Ensino Médio 
Pronome
Pronomes são palavras que exercem função nominal, seja para substituir um substantivo, seja para acompanhá-lo (determinando o seu significado). Quando ocupa o espaço normalmente destinado para substantivos (substituindo-o), o faz indicando a pessoa (se é 1ª, 2ª ou 3ª pessoa), o número (se é singular ou plural) e o gênero (masculino ou feminino) da pessoa do discurso. Quando apenas acompanha o substantivo, o pronome modifica, de alguma forma, a relação da pessoa do discurso com o substantivo que acompanha.

Pronomes Adjetivos e Pronomes Substantivos

Os pronomes adjetivos acompanham o substantivo; e os pronomes substantivos substituem-no

Pois bem, começaremos falando dos pronomes adjetivos. Para isso, analisaremos a oração que segue .

Há uma diferença entre os pronomes adjetivos e os pronomes substantivos

Meu amigo é muito gentil.

Descobriu onde está o pronome? Por certo que você irá responder que é “meu”, não é verdade?
Sim, agora precisamos saber o porquê de ele ser chamado de pronome adjetivo. Como você sabe, esse pronome, como já aprendemos, pertence aos pronomes possessivos, aqueles representados por “meu, minha, sua”, etc.
Outro aspecto é que está acompanhando o substantivo “amigo”, concorda? Descobrimos algo fantástico: o pronome adjetivo é aquele que acompanha o substantivo.


Vamos analisar mais um exemplo:
Meu amigo é muito gentil, mas o seu não é. 

Descubra rápido: que palavrinha o pronome “seu”, que também é possessivo, está substituindo?
Ah! É claro que é o substantivo “amigo”, concorda?
Então vamos a mais uma descoberta: o pronome substantivo é aquele que substitui o substantivo.

Vejamos outros exemplos:
Meu pai gosta de futebol, o seu também gosta?
Sua prima estuda naquele colégio, mas a minha não.
Minha nota foi a maior da sala, e a sua?
Agora sim, podemos afirmar que sabemos bem a diferença que existe entre ambos os pronomes, não é verdade?

Função
A função do pronome pode ser de substantivo ou adjetivo. Quando o pronome substitui um substantivo na frase, denomina-o de pronome substantivo. Quando o pronome acompanha um substantivo, determinando o seu significado, denomina-o de pronome adjetivo.
Pronome substantivo: Ela não entende nada de dinheiro → o pronome pessoal reto da 3° pessoa Ela, nessa frase, poderia ser qualquer pessoa, como por exemplo: Maria não entende nada de dinheiro. Nesse caso, não seria um pronome, mas sim um substantivo próprio (Maria), a exercer a função de núcleo do sujeito.
Pronome adjetivo: Entregue seu destino nas mãos de Deus → o pronome possessivo masculino da 3° pessoa seu acompanha o substantivo destino, determinando-o, pois não é o meu destino, ou o destino de qualquer outra pessoa, é o seu destino. Nesse caso, o pronome se assemelha a um adjetivo, concordando em número e gênero com o substantivo que o acompanha.

Classificação dos pronomes

Os pronomes podem ser classificados em sete tipos, conforme a seguir

Possessivos         Relativo               indefinidos

Pessoais: Os pessoais apontam para algum participante da situação da fala: eu, tu, ele, eles, nós, mim, comigo, você, vossa excelência, etc. Os pronomes pessoais podem ser retos, oblíquos ou de tratamento:
  Ex.            Eu amo aquela garota
     Entregue-me os teus pertences !
    Você irá comigo


•Possessivos: Os possessivos indicam a quem pertence algo, geralmente transmitindo a ideia de posse:
  Ex:
Ele é meu melhor amigo.
Estas frutas são de tua cidade?
Nossas riquezas foram multiplicadas

•Demonstrativos: Os pronomes demonstrativos determinam o sujeito no espaço ou no tempo:
Ex:
Este é um bom livro.
Aquelas mulheres não paravam de rir.
É muito estranho tudo isso

•Relativos: Os pronomes relativos referem-se a termos já expressos anteriormente, reativando seus significados:
Ex:
Os estudantes que tiraram a farda na cerimônia de formatura estão em sarilhos.
Objetos os quais perdidos serão devolvidos.
O dólar, que é a moeda dos Estados Unidos, é bastante valorizado.
•Interrogativos: Os pronomes interrogativos são usados na construção de perguntas, transmitem a ideia de dúvida:
 EX:
Quem está aí?
Sabe quem assassinou a jovem?
Tu queres o quê?

•Indefinidos: Os pronomes indefinidos preenchem um espaço numa frase deixando imprecisa uma pessoa, uma coisa ou um lugar, que representam:
 EX:
Você precisa de algo?
Ninguém deixará esta sala.
Quaisquer pessoas aqui serão bem recebidas

Observações: Os pronomes pessoais serão sempre pronomes substantivos, pois sempre se pode substituí-los por um substantivo, ou representá-lo, e vice e versa; os demais pronomes são, normalmente, pronomes adjetivos, mas podem assumir a forma substantiva dependendo do caso, como por exemplo: Aqueles são os inimigos → Aqueles exerce a função substantiva, podendo até mesmo ser substituído por um substantivo, como por exemplo: Os alemães são os inimigos. Portanto, pronome substantivo;
Aqueles meninos não têm futuro → Aqueles determina o substantivo, pois explica quais são os meninos que não têm futuro, e ainda concorda em número (plural) e gênero (masculino) com o substantivo meninos, como se fosse um adjetivo. Portanto, pronome adjetivo.

http://pt.wikibooks.org/wiki/Portugu%C3%AAs/Classifica%C3%A7%C3%A3o_das_palavras/Pronomes



Gramáticas- Normativa, Descritiva e Internalizada


Língua Portuguesa

Gramáticas- Normativa, Descritiva e Internalizada
Prof ª. Esp. Jussilene de J.S.de souza
1º ano do Ensino Médio 

Queridas e Queridos!

        Vamos trabalhar o conteúdo , que fala de Gramática. E ninguém melhor do que nosso grande Monteiro Lobato nas suas histórias do “Sítio do Pica Pau Amarelo” uma de sua mais famosa obras. No trecho abaixo narizinho corrige sua avó D.Benta por ter feito um…
      " Erro” de gramática:
    Leia o texto abaixo:
”Pilhei a senhora num erro!”, gritou Narizinho. “A senhora disse: ‘Deixe estar que já te curo!’ Começou com o Você e acabou com o Tu, coisa que os gramáticos não admitem. O ‘te’ é do ‘Tu’, não é do ‘Você’”…
“E como queria que eu dissesse, minha filha?”
“Para estar bem com a gramática, a senhora devia dizer: ‘Deixa estar que já te curo’.”
“Muito bem. Gramaticalmente é assim, mas na prática não é. Quando falamos naturalmente, o que nos sai da boca é ora o você, ora o tu; e as frases ficam muito mais jeitosinhas quando há essa combinação do você e do tu. Não acha?”
“Acho, sim, vovó, e é como falo. Mas a gramática…”
“A gramática, minha filha, é uma criada da língua e não uma dona. O dono da língua somos nós, o povo; e a gramática – o que tem a fazer é, humildemente, ir registrando o nosso modo de falar. Quem manda é o uso geral e não a gramática. Se todos nós começarmos a usar o tu e você misturados, a gramática só tem uma coisa a fazer… "
“Eu sei o que é que ela tem a fazer, vovó!”, gritou Pedrinho. “É pôr o rabo entre as pernas e murchar as orelhas…”
Dona Benta aprovou. (…)

(Monteiro Lobato. Obra Completa. “Fábulas”, São Paulo, Editora Brasiliense


A gramática e a fala
No Brasil, é comum usar às vezes “tu” e às vezes “você. E esse é apenas um exemplo da diferença que há entre o que diz a regra da gramática normativa e a língua falada.

Quer outro exemplo? Leia um conhecido poema de Oswald de Andrade, um dos organizadores da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, em 1922. Naquele momento, os artistas queriam uma nova arte brasileira, incluindo a literatura, com mais liberdade estética em suas criações.

Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da nação brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

Analise bem o primeiro verso (“Dê-me um cigarro”) e o último, (“Me dá um cigarro”). No primeiro caso, temos o pronome “me” colocado depois do verbo – a regra da gramática normativa diz que se deve usar a ênclise, ou seja, o pronome deve ser colocado depois do verbo, quando não há nenhuma palavra que atraia o pronome.

No segundo, o pronome “me” vem antes do verbo, o que contraria a regra citada. No entanto, a forma “Me dá” no lugar de “Dê-me” é bastante usada, até mesmo pelos falantes mais escolarizados. Essa é uma clara demonstração de que há regras diferentes sendo acionadas em cada caso.

Por que isso acontece? Uma boa forma de explicar é conhecer a complexidade da língua e de suas gramáticas. É, você não leu errado, não. Existem diversas “gramáticas”.

Tipos de gramática
Vamos falar de três deles, retomando, no quadro a seguir, o que o conceituado linguista brasileiro Sírio Possenti – defende.

Gramática Normativa- Conjunto de regras que devem ser seguidas e obrigação: assemelha-se á lei jurídica.

 Gramática Descritiva- Conjunto de regras que são seguidas,busca pelas regularidades da língua: a semelha-se á lei da natureza.

Gramática Internalizada- Conjunto de regras que o falante domina,é a língua em situações de uso pelo falante: são conhecimentos/usos linguísticos dos falantes, com regras implícitas (sem que se tenha consciência delas, muitas vezes)
Gramática Normativa -Conjunto de regras que devem ser seguidas.


Fala da gramática descritiva e o ensino reflexivo
Observe a gravura acima e observe  a  forma como  foi escrita. Em seguida responda as questões abaixo

Agora escreva a atividades e responda 

a)  Você teve facilidade ou dificuldade para entender o texto escrito na carroça?.Justifique
b) Que marcas linguísticas indicam pouco letramento do locutor?
c) Que  registro de diferentes  linguagens hà na voz dos criadores do anuncio?
d) Faça um texto descritivo ou narrativo, tendo como base os dois textos acima.
                                                                                                   
                                                                                                    Beijo no coração



barrinha