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sábado, 8 de junho de 2013

DIA DA CRIANÇA: MINE PROJETO PARA SER TRABALHADO EM SALA DE AULA

Projeto dia da Criança

Cronograma: __/__ à __/__/_____.

Justificativa:

         No dia 12 de outubro comemoramos o “Dia das Crianças”. Nesse dia, preparamos para homenageá-las com gincanas, brincadeiras, muita alegria e animação.
         No decorrer do ano, sabemos que a criança participa de atividades diversificadas, algumas vezes desgastantes, onde a troca de experiências e aprendizagem é constante. Ao se aproximar o dia das crianças, é importante priorizar os valores da infância, sendo esta, uma etapa única merecedora de atenção e cuidado.
         Promover a sociabilidade e a interação entre os colegas, com partilhas e momentos de cooperação de forma lúdica e descontraída, favorece o resgate da infância, da espontaneidade e da alegria, próprias dessa etapa muitas vezes manchada pelo mundo adulto.

Objetivo geral:
     Promover, durante o dia da criança, atividades extraclasse, variadas e interessantes, visando dar a criança oportunidades de lazer e sociabilidade educativas. 
                                                                            
Objetivos específicos:


       Interagir e relacionar-se bem em atividades grupais;
        Apreciar o brinquedo e atividades lúdicas;
      Desenvolver atenção, expressões artísticas e a percepção sobre si e o outro;
        Evidenciar direitos e deveres da criança;
         Desenvolver o raciocínio-lógico, a expressão oral e corporal, a coordenação motora, a percepção auditiva e visual da criança;
        Proporcionar jogos e brincadeiras.


                                                                                                    
         Conteúdos:



         Rodinhas de conversa;
        Histórias contadas;
         Filmes musicais;
         Histórias com fantoches;
        Músicas com gestos;
        Expressividade (dança);
         Coordenação motora (desenho, colagem etc);
        Expressão corporal;
        Brincadeiras variadas;
        Poemas;
         Confecção de cartazes;
        Confecção de máscaras;
        Confecção de lembrancinhas, etc.



Procedimentos:



- Rodinha de conversas sobre os direitos e deveres das crianças;
- Conversa informal sobre boas atitudes e regras de comportamentos;
- Histórias variadas (figuras, fantoches);
- Promover momentos lúdicos de movimentos, gestos e imitações;
- Assistir DVD dançante, acompanhar cantando e dançando;
- Produzir cartazes, desenho, pintura e colagens com papel;
- Confeccionar cartazes com músicas e poemas;
- Brincadeiras promovidas na sala e no pátio;
- Confeccionar brinquedos de sucata;
- Gincanas e jogos de entretenimento;
- Confeccionar máscaras e dobraduras;
- Promover um lanche especial (pipoca, cachorro quente, bolo, etc) e entrega de lembrancinhas.



Recursos:

         Humanos, audiovisuais, livros, tinta, lápis de cor, brinquedos, sucatas, papel grafite, pincel, elástico, papel, EVA, TNT, balas, pirulito, guloseimas etc.

Avaliação:

         A avaliação deve buscar entender o processo de cada criança e a significação que cada trabalho comporta. Será observado o envolvimento e a cooperação com os colegas no desenvolvimento das atividades. Pois, a observação do grupo, além de diária e constante, deve fazer parte de uma atitude sistemática do professor dentro do seu espaço de trabalho.

Culminância:
         Realização de apresentação de músicas, histórias e teatro para toda a escola.


SEMANA DO TRÂNSITO: MINE PROJETO PARA SER TRABALHADO EM SALA DE AULA



Projeto Semana do Trânsito

Cronograma: __/__ à __/__/____.

Justificativa
       O homem, no decorrer da história, busca soluções para o deslocamento de bens e pessoas pelas diferentes regiões: dos deslocamentos a pé dos povos primitivos ao surgimento do carro particular e coletivos de transporte. Na busca de estabelecer uma rede organizada de atransportes, que ofereça melhorias dos graves problemas de congestionamentos, poluição, acidentes de trânsito.
       Então medidas de controle do tráfego de pessoas e automóveis são criadas para aumentar a segurança, o aproveitamento mais racional das vias públicas e reduzir os efeitos negativos no meio ambiente. Para isso foi criado o novo Código de Trânsito afim de diminuir os acidentes, orientar e coibir os alunos no trânsito através de campanhas e projetos de conscientização da população e ensino na escola.
       A educação das crianças para a prevenção dos problemas de trânsito precisa iniciar cedo, ainda no lar, através dos exemplos dos pais, continuando durante a vida escolar.
       Com o intuito de desenvolver o senso de responsabilidade nas crianças para com o trânsito, escolhemos esse tema, o qual é fundamental a todas as pessoas em sua vivência.

Objetivo geral
·         Ampliar os conhecimentos dos alunos e o senso de responsabilidade para com as leis de trânsito, a fim de preservar a sua vida e de seus familiares.

Objetivos específicos
·         Reconhecer a importância dos sinais de trânsito e a conscientização destes com seu cotidiano;
·         Conhecer os sinais e placas de trânsito que fazem parte do seu dia a dia;
·         Conscientizar os alunos de que o bom andamento do trânsito depende de todos nós;
·         Observar as leis de trânsito e sua aplicação na prática.

Procedimentos
       No decorrer da semana os professores irão trabalhar com diversos tipo de atividades interdisciplinares que envolvam o alunado, trabalhando com placas de trânsito, noções de primeiros socorros, conhecimento do Código Nacional de Trânsito, confecção de mural e cartazes, palestras educativas e contamos com a colaboração e participação da superintendência Municipal de Trânsito.
-         Confeccionar palavras e termos utilizados no Código Nacional de Trânsito;
-         Trabalhar com as placas de trânsito interpretando seus significados;
-         Confeccionar cartazes educativos e murais alusivos;
-         Promover palestras sobre o trânsito;
-         Relacionar as condições das estradas com acidentes em rodovias;
-         Perceber como é importante os primeiros socorros adequados para salvar vidas.

Avaliação
       Neste evento avaliaremos a participação e o interesse dos alunos sobre os tema propostos.









quarta-feira, 15 de maio de 2013

 

4ª turma do GEEMPA na escola Adelvan Calvacante Baptista

 
 
 
 

É um sucesso...


É um sucesso porque há...
Sorrisos de otimismo em Marcos, no coração de Elizângela o sonho da beleza, a simplicidade da Vanessa, a inocência de Julio, o silêncio de Jaiane Ramos, a amizade de João Pedro, a bondade de Davi, a compreensão do Alan e Alecia com sua sensibilidade aos desafios alheios.


É um sucesso por que...
A Juliana ajuda seu grupo usando sempre palavras de carinho, Jaiane Messias encoraja seus colegas sempre com otimismo.


É um sucesso por que...
João Vitor luta para vencer sua falta de coragem, Maria Daniela com sua inteligência nas brincadeiras, Natanael vencendo seus desafios, Clara esbanja amor e solidariedade, Jessica e Daniel semear a paz e o amor.

 
É um sucesso pro que todos valorizam cada vitória e todas as

oportunidades que se abrirem diante de cada um.

” A Lua que não dei” Cecílio Elias Netto



Compreendo pais – e me encanto com eles – que desejariam dar o mundo de presente aos filhos. E, no entanto, abomino os que, a cada fim de semana, dão tudo o que filhos lhes pedem nos shoppings onde exercitam arremedos de paternidade. E não há paradoxo nisso. Dar o mundo é sentir-se um pouco como Deus, que é essa a condição de um pai. Dar futilidades como barganha de amor é, penso eu, renunciar ao sagrado.


Volto a narrar o que me aconteceu ao ser pai pela primeira vez. Lá se vão, pois, 45 anos. Deslumbrado de paixão, eu olhava a menina no berço, via-a sugando os seios da mãe, esperneando na banheira, dormindo como anjo de carne. E, então, eu me prometia, prometendo-lhe: ‘Dar-lhe-ei o mundo, meu amor.’ E não lho dei. E foi o que me salvou do egoísmo, da tola pretensão e da estupidez de confundir valores materiais com morais e espirituais.


Não dei o mundo à minha filha, mas ela quis a Lua. E não me esqueço de como ela pediu a Lua, há anos já tão distantes. Eu a carregava nos braços, pequenina e apenas balbuciante, andando na calçada de nosso quarteirão, em tempos mais amenos, quando as pessoas conversavam às portas das casas. Com ela junto ao peito, sentia-me o mais feliz homem do mundo, andando, cantarolando cantigas de ninar em plena calçada. Pois é a plenitude da felicidade um homem jovem poder carregar um filho como se acariciando as próprias entranhas. Minha filha era eu e eu era ela. Um pai é, sim, um pequeno Deus, o criador. E seu filho, a criatura bem amada.


E foi, então, que conheci a impotência e os limites humanos. Pois a filhinha – a quem eu prometera o mundo – ergueu os bracinhos para o alto e começou a quase gritar, assanhada, deslumbrada: ‘Dá, dá, dá…’ Ela descobrira a Lua e a queria para si, como ursinho de pelúcia, uma luminosa bola de brincar. Diante da magia do céu enfeitado de estrelas e de luar, minha filha me pediu a Lua e eu não lha pude dar.


A certeza de meus limites permitiu, porém, criar um pacto entre pai e filhos: se eles quisessem o impossível, fossem em busca dele. Eu lhes dera a vida, asas de voar, diretrizes, crença no amor e, portanto, estímulo aos grandes sonhos. E o sonho da primogênita começou a acontecer, num simbolismo que, ainda hoje, me amolece o coração.. Pois, ainda adolescente, lá se foi ela embora, querendo estudar no Exterior. Vi-a embarcar, a alma sangrando-me de saudade, a voz profética de Kalil Gibran em sussurros de consolo:


‘Vossos filhos não são vossos filhos, mas são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Eles vêm através de vós, mas não de nós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. (…) Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas’


Foi o que vivi, quando o avião decolou, minha criança a bordo. No céu, havia uma Lua enorme, imensa. A certeza da separação foi dilacerante. Minha filha fôra buscar a Lua que eu não lhe dera. E eu precisava conviver com a coerência do que transmitira aos filhos: ‘O lar não é o lugar de se ficar, mas para onde voltar.’


Que os filhos sejam preparados para irem-se, com a certeza de ter para onde voltar quando o cansaço, a derrota ou o desânimo inevitáveis lhes machucarem a alma. Ao ver o avião, como num filme de Spielberg, sombrear a Lua, levando-me a filha querida, o salgado das lágrimas se transformou em doçura de conforto com Kalil Gibran: como pai, não dando o mundo nem Lua aos filhos, me senti arqueiro e arco, arremessando a flecha viva em direção ao mistério.


Ora, mesmo sendo avós, temos, sim e ainda, filhos a criar, pois família é uma tribo em construção permanente. Pais envelhecem, filhos crescem, dão-nos netos e isso é a construção, o centro do mundo onde a obra da criação se renova sem nunca completar-se. De guerreiros que foram, pais se tornam pajés. E mães, curandeiras de alma e de corpo. É quando a tribo se fortalece com conselheiros, sábios que conhecem os mistérios da grande arquitetura familiar, com régua, esquadro, compasso e fio de prumo. E com palmatória moral para ensinar o óbvio: se o dever premia, o erro cobra.


Escrevo, pois, de angústias, acho que angústias de pajé, de índio velho. A nossa construção está ruindo, pois feita em areia movediça. É minúsculo o mundo que pais querem dar aos filhos: o dos shoppings. E não há mais crianças e adolescentes desejando a Lua como brinquedo ou como conquista. Sem sonhos, os tetos são baixos e o infinito pode ser comprado em lojas. Sem sonhos, não há necessidade de arqueiros arremessando flechas vivas.


Na construção familiar, temos erguido paredes. Mas, dentro delas, haverá gente de verdade?


 

PARABÓLA DO CAVALO




Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda. Um dia, o capataz lhe trouxe a noticia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado. O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate. Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela. Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, com um salto conseguiu sair...".

Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; - Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.

Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.

É amigos!! Sejamos forte, lutemos, assim como o cavalo dessa história. Mesmo diante da falta de esperança, tristeza, decepção, lutemos, pois nossa vida vale muito.

Um forte abraço!!


CAVANDO UM BURACO





Dois irmãos, decidiram cavar um buraco bem profundo, atrás de sua casa.Enquanto estavam trabalhando, dois outros meninos pararam por perto para observar.


- O que vocês estão fazendo? Perguntou um dos visitantes.


- Nós estamos cavando um buraco,para sair do outro lado da terra! Respondeu um dos irmãos entusiasmado.


Mas nem todo objetivo será alcançado inteiramente.


Nem todo trabalho terminará com sucesso.


Nem todo relacionamento resistirá.


Nem todo amor durará.


Nem todo esforço será completo.


Nem todo sonho será realizado.


Mas quando você não atingir o seu alvo, talvez você possa Dizer:



- Sim, mas vejam o que eu encontrei ao longo do caminho! Vejam as coisas maravilhosas que surgiram em minha vida porque eu tentei fazer algo!

Moral da História: É no trabalho de escavar, que a vida é vivida. E, afinal, é a alegria da viagem que realmente importa!


Os outros meninos começaram a rir, dizendo aos irmãos que cavar um buraco que atravessasse toda a terra era impossível.


Após um longo silêncio, um dos escavadores pegou um frasco completamente cheio de aranhas, insetos e pedras interessantes. Ele removeu a tampa e mostrou o maravilhoso conteúdo aos visitantes gozadores.


Então ele disse confiante:


- Mesmo que nós não cavemos por completo a terra, olha o que nós encontramos ao longo do caminho!


Meu objetivo era por demais ambicioso, mas fez com que eu escavasse.


E é para isso que servem os objetivos: fazer com que nos movamos em direção de nossas escolhas, ou seja começarmos a escavar!


 

Receita de alfabetização
Ingredientes:

1 criança de 6 anos
1 uniforme escolar
1 sala de aula decorada
1 cartilha

Preparo:

Pegue a criança de 6 anos, limpe bem, lave e enxágüe com cuidado. Enfie a criança dentro do uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula (decorada com motivos infantis). Nas oito primeiras semanas, sirva como alimentação exercícios de prontidão. Na nona semana ponha a cartilha nas mãos da criança.

Atenção: tome cuidado para que ela não se contamine com o contato de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos.

Abra bem a boca da criança e faça com que engula as vogais. Depois de digeridas as vogais, mande-a mastigar uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos.
Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar. Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas.

Se isso acontecer: Considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para a série seguinte.
Se isso não acontecer: Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Se não der resultado, ao fim de três anos enrole a criança em um papel pardo coloque um rótulo: “aluno renitente”



Alfabetização sem receita
Pegue uma criança de seis anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existam muitas coisas escritas para olhar, manusear e examinar.

Sirva jornais velhos, revistas, embalagens, anúncios publicitários, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim tudo o que estiver entulhando os armários de sua casa ou escola e que tenha coisas escritas.

Convide a criança para brincar e ler, adivinhando o que está escrito. Você vai descobrir que ela sabe muita coisa!

Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam ou não. Depois escreva no quadro algumas coisas que foram ditas e leia para ela.

Peça à criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas ruas, nas lojas, na televisão. Escreva algumas dessas coisas no quadro.

Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos. Não esqueça de pedir para que ela limpe a sala depois, explicando que assim a escola fica limpa.

Todos os dias leia em voz alta alguma coisa interessante: historinhas, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação, convite, mostre numa nota fiscal algo que você comprou, procure um nome na lista telefônica. Mostre também algumas coisas escritas que talvez a criança não conheça: dicionário, telegrama, carta, livro de receitas.

Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Aceite a escrita da criança. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras. Até hoje, não houve caso de “indigestão alfabética”.

Invente sua própria cartilha, selecione palavras e textos interessantes e que tenham que ver com a realidade da criança. Use a capacidade de observação, sua experiência e sua imaginação para ensinar a ler. Leia e estude sempre e muito.

(Adaptado de: CARVALHO, Marilene. Alfabetização sem receita e receita sem alfabetização. Centro de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação, Ano IV, jan/fev.1994

domingo, 12 de agosto de 2012

Feliz dias dos pais

A nobreza da vida consiste no viver, na maneira de viver, naquilo porque devemos viver.

Assim ensinou Jesus e assim você o faz pai, ama, procura e se ocupa somente do bem.

Tem o verdadeiro sentido da vida. Em torno de você brilha Jesus.


Você fala de amor e eu me abrigo em seu coração.


E vou crescendo em graça, no conhecimento da verdade.


Essa energia que vem de você semeia o meu caminho,


inspira os meus sonhos, conforta os obstáculos.


Mais do que palavras é exemplo de virtude e fé.


Hoje dia dos pais, paro para te olhar, seu rosto, seu sorriso,


seus olhos. Quanta grandeza e esplendor.


Um dia Jesus revelou Deus ao homem. Me levou a Deus e,


assim, em sua infinita bondade me ofereceu tudo, dando-me você pai.


No canto alegre das orações onde há esperança para quem nele acredita,


o coloco você meu pai... Feliz Dia dos Pais!


Tenha as bênçãos do Senhor!

domingo, 5 de agosto de 2012

Saudades de amigão

Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas. Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali. Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor. Quem mais pode dar amor incondicional, Amizade sem pedir nada em troca, Afeição sem esperar retorno, Proteção sem ganhar nada, Fidelidade 24h por dia! Um cão não se afasta mesmo quando você o agride. Ele retorna cabisbaixo, pedindo desculpas por algo que talvez não fez. Lambendo suas mãos a suplicar perdão. Alguns anjos não possuem asas, possuem quatro patas, um corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência. Apesar dessa aparência, são tão anjos quanto os outros (aqueles com asas) e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se. Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão.


Com muito amor e saudades eterne Jussilene

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Estar grávida é.......




                            Olá! Querido amigos (as) 

Esta pode ser uma surpresa para alguns para outros o esperado há poucos dias que percebi que estou grávida e estou me sentido que:

Estar grávida é....

Ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.
Ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.

Se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.

Torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.

Nunca mais dizer ‘ai, se fosse meu filho!’ quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um Shopping Center.
Sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.

Ter sono, muito sono.

Esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!

Aprender a enxergar o filho nas manchas de uma ultrassonografia.

Ler muito sobre gravidez, pular o capitula do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.

Ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.

Torcer para ficar barriguda.

Ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.

Acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.

Reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.

Rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.

Acreditar num mundo melhor.





segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sugestão de atividades para o Dia das mães

Para Sempre


Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
                                                     
                                                                                     Carlos Drummond de Andrade









Retrato de Mãe
Uma simples mulher existe que,
pela imensidão do seu amor,
tem um pouco de Deus,
e pela constância de sua dedicação
tem um pouco de anjo;
que, sendo moça, pensa como uma anciã
e, sendo velha,
age com todas as forças da juventude;
quando ignorante,
melhor que qualquer sábio
desvenda os segredos da natureza,
e, quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos
que ama e, rica, empobrecer-se para que seu
coração não sangre, ferido pelos ingratos.
Forte, entretanto, estremece ao choro duma
criancinha, e fraca, não se altera
com a bravura dos leões.
Viva, não sabemos lhe dar o valor
porque à sua sombra todas as dores se apagam.
Morta, tudo o que somos e tudo que temos
daríamos para vê-la de novo,
e receber um aperto de seus braços
e uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher,
se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum:
porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos,
leiam para eles esta página.
Eles lhe cobrirão de beijos a fronte,
e dirão que um pobre viandante,
em troca de suntuosa hospedagem recebida,
aqui deixou para todos o retrato de sua própria MÃE.
(autor desconhecido;do site simoneautoajuda)




barrinha